FACIT promove palestra pela campanha do Agosto Lilás de conscientização pelo fim da violência contra a mulher

A palestrante é delegada na DEAM – Delegacia Especial de Proteção à Mulher, Dra. Sarah Lilian de Souza Em apoio a campanha do Agosto Lilás, a FACIT – Faculdade de Ciências do Tocantins recebe na próxima quarta-feira, 17, às 19h, no auditório do Campus II, a Delegada da Polícia Civil, Dra. Sarah Lilian de Souza, para ministrar a palestra “Agosto Lilás: Pelo fim da Violência Contra Mulher”. “Queremos levar aos alunos uma mensagem de combate à violência em todos os gêneros. O estudante de Direito é responsável por formar a opinião na sociedade, de entender seu papel e transformar em realidade um mundo com condições melhores para se viver”, explica o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert. O Agosto Lilás é uma campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, ela faz referência ao aniversário da Lei nº 11.340 (de 07 de agosto de 2006), mais conhecida como Lei Maria da Penha, que em 2022 completou 16 anos. A Dra. Sarah Lilian de Souza é advogada e delegada da Polícia Civil na DEAM – Delegacia Especial de Proteção à Mulher. Serviço: Palestra: “Agosto Lilás: Pelo fim da Violência Contra Mulher”. Dia: 17 de agosto; Horário: 19 horas; Local: Auditório do Campus II da FACIT.
Promotor de Justiça do MA palestrou sobre a Lei Maria da Penha para alunos de Direito da FACIT-TO

A legislação de combate à violência doméstica foi abordada de forma mais profunda e detalhada A coordenação do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO convidou o promotor de justiça do Estado do Maranhão, Dr. Marco Túlio R. Lopes, para dar aos acadêmicos uma visão mais aprofundada sobre a Lei 11.340/2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha. Maicon Rodrigo Tauchert, coordenador do curso, conta que a intenção do encontro foi aperfeiçoar o entendimento e a compreensão dos alunos sobre o tema, além de falar sobre atuação do promotor e despertar nos presentes a vontade de se aprofundar cada vez mais no Direito. “A FACIT procura encurtar esse caminho ao convidar profissionais gabaritados de todas as áreas para palestrar para os estudantes. Muitos deles já definiram o que querem fazer da vida em virtude dos convidados que trouxemos para conversar com eles”, destaca Maicon. Uma visão mais detalhada sobre a lei O Dr. Marco Túlio explicou que muitas pessoas têm a visão equivocada sobre a Lei Maria da Penha, então a ideia foi sair do conhecimento raso que as pessoas recebem por intermédio do noticiário, às vezes dos vizinhos ou de notícias da delegacia. “Conversei com os alunos sobre a lei e mostrei que ela tem muito mais pontos do que eles imaginavam. Usei a oportunidade para aprofundar juridicamente sobre o assunto, principalmente no que diz respeito ao entendimento dos tribunais superiores a respeito da aplicabilidade dessa norma”, pontuou o promotor. Gostinho de quero mais Para a acadêmica do 6° período, Klenia Rosa Rodrigues, a palestra foi excelente e a vontade foi de que o encontro durasse mais tempo para poderem abordar todos os aspectos da lei. “Acredito que é uma norma que precisa ser realmente estudada mais a fundo, sair desses detalhes tão rasos que a gente vê na TV. Gostei muito da palestra e creio que deveríamos falar sobre ela de forma mais profunda não só dentro da academia, mas fora também, com a sociedade no geral”, finaliza Klenia.
A perspectiva feminina sobre a violência doméstica

Delegada da Polícia Civil e advogada criminalista foram convidadas pelo curso de Direito da FACIT-TO para falar sobre o tema Para fechar o mês de Combate à Violência contra a Mulher, celebrado em agosto, o curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO convidou a delegada da Polícia Civil do Tocantins, Dra. Sarah Lilian de Souza, e a advogada criminalista, Dra. Brindilla Ventura para compartilharem suas experiências profissionais diante do combate à violência doméstica contra a mulher. O bate-papo aconteceu no último dia de agosto, no auditório do campus II da faculdade, e contou com a presença dos acadêmicos de vários períodos do curso de Direito. “O objetivo foi levar para os alunos uma mensagem de combate à violência em todos os gêneros. O estudante de Direito é responsável por formar opinião na sociedade, de entender seu papel e transformar em realidade um mundo com condições melhores para se viver”, explicou o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert. Medo de denunciar A advogada criminalista Brindilla Ventura conta que as mulheres sentem receio de denunciar o companheiro violento por medo de que as medidas adotadas pela Justiça não funcionem. “Sempre que tocamos no assunto, mencionamos a importância que é a mulher ter a coragem para tomar atitudes e denunciar. As medidas protetivas são muito efetivas porque, conforme dados recentes de homicídios da cidade, esse ano tivemos três vítimas de violência doméstica com feminicídio, mas nenhuma tinha medida protetiva”. A delegada Sarah Lilian lembrou que a medida protetiva foi um avanço da Lei Maria da Penha, a principal garantia de proteção da mulher. “Ela é requisitada pela mulher vítima de violência por parte do parceiro e é deferida pelo judiciário em até 48 horas para garantir algumas medidas de proteção, como, por exemplo, o afastamento do agressor do lar, que ele esteja impedido de se comunicar com a vítima através de mensagens, ligações e de ter qualquer contato tanto com a vítima ou com qualquer testemunha do caso”, pontua a delegada. Alunos atentos e participantes A acadêmica do 4° período, Yasmin Pereira de Andrade, aprendeu bastante com o encontro. “As palestrantes falaram bastante de vários temas pertinentes às mulheres no Direito. Achei bem interessante quando falaram do empoderamento feminino. Foi bem enriquecedor e agradeço a FACIT por convidar boas profissionais para palestrar na faculdade”, finalizou Yasmin.