Law & Order Araguaína: Juri Simulado da FACIT julga caso de assassinato

Atividade de fechamento de semestre do curso de Direito tem todos os elementos de um julgamento de verdade Semanas atrás, um misterioso crime foi investigado pela equipe de perícia formada por acadêmicos do curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. Com a conclusão da investigação e a suspeita detida, foi a vez da defesa, acusação e promotoria disputarem os votos dos jurados durante o Júri Simulado de fechamento de semestre da instituição. “Esse júri é importante para que os alunos primeiro trabalhem a competência da oralidade, uma habilidade que é bastante importante para o profissional Direito. Eles também têm a oportunidade de ver como processo penal acontece na prática”, explica a professora e coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica, Marina de Alcântara Alencar. O júri foi composto por leigos, pessoas que não são do meio do Direito, nem acadêmicos ou funcionários da instituição, tudo isso para aproximar os alunos da prática de um julgamento real. Defesa A (acadêmica) advogada de defesa, Lisa Victória Sales, aproveitou ao máximo a oportunidade de exercer o Direito.  “Na FACIT, a gente aprende enquanto atua na vida profissional. O trabalho que os professores estão desenvolvendo é importante, porque vai nos ajudar lá no futuro quando iremos de fato atuar no mercado de trabalho”, destaca Lisa. A futura advogada acrescentou: “Estamos muito confiantes na nossa tese defensiva e esperamos que de fato a justiça seja feita”, finalizou. A ré A ré e acadêmica do 6° período, Jaciele Barbosa, também estava confiante na absolvição. Ela destacou a importância da atividade. “Estou muito feliz porque é o primeiro júri da faculdade e estamos representando o curso de Direito. É uma responsabilidade enorme poder incentivar os próximos alunos ao longo dos anos que estão por vir”, completa. Acusação Na acusação, o acadêmico Kevin Sebastian Nunes enfatizou a necessidade do júri simulado, já que ele capacita e instrui os estudantes com a prática do que acontece em um julgamento real. Sobre o caso, o advogado de acusação tinha a certeza da vitória.  “Estamos acompanhando o fato criminoso desde o início da investigação e temos a confiança de que a ré será condenada”, finalizou. O julgamento A ré foi acusada de premeditar o crime contra o marido abusador. Segundo a acusação, ela envenenou-o antes de esfaqueá-lo. Várias pessoas viram-na sair apressada do recinto, corroborando com as pistas encontradas na investigação. Depois que a defesa, promotoria e acusação apresentaram suas considerações, os jurados reconheceram a prática do crime, mas desqualificaram o homicídio por motivo torpe, entendendo que havia uma motivação necessária, o que (se fosse um caso real) acarretaria na diminuição da pena da ré. A atuação da defesa conseguiu convencer os jurados de que a ré sofria violência doméstica. “Os acadêmicos superaram todas as perspectivas” No projeto de Júri Simulado da FACIT, os acadêmicos têm autonomia para construir suas teses, tanto de defesa como de acusação, diferente do que acontece em outras faculdades em que os alunos têm acesso a um processo já existente e só reproduzem o que está nos autos. Bruna de Paula, professora e advogada da FACIT, explicou que é preciso demonstrar aptidão para poder convencer o júri e garantir a sentença desejada, seja uma absolvição ou condenação. “Eles mostraram total domínio das técnicas de oratória que aprendem ao longo do curso, aplicaram um conhecimento técnico de direito penal e processual, além de levar para o lado do poder do convencimento, os acadêmicos superaram todas as expectativas”, destaca. Marcio Adriano Cabral, professor de Processo Penal, não se cabia de tanto orgulho. “A FACIT tem o objetivo de trazer todos os alunos mais para perto da prática do dia a dia forense. Durante o júri simulado, os acadêmicos demonstraram que estão preparados, que têm a maturidade processual e o conhecimento técnico fora do comum. Fiquei extremamente feliz e orgulhoso com o resultado”, finalizou Márcio.

Semana de Radiologia da FACIT promoveu a transferência de conhecimento entre acadêmicos

Futuros profissionais conheceram mais a fundo algumas  das áreas de atuação dos profissionais das técnicas radiográficas Nos dias 11 e 12 de novembro, os acadêmicos da LARDIM – Liga Acadêmica de Radiologia e Diagnóstico por Imagem realizaram na Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO a Semana da Radiologia, uma grande feira de conhecimento voltada para os acadêmicos de todos os períodos do curso. Logo no primeiro dia, os acadêmicos do curso organizaram apresentações para  exposição na feira. Os veteranos do 6° período montaram apresentações e ocuparam salas de aula para falar de algumas das áreas que um tecnólogo e Técnico em Radiologia podem atuar quando saírem da faculdade. É o primeiro evento em formato de feira. “Já aconteceram outras Semanas da Radiologia na FACIT, mas essa foi a primeira edição em forma de feira. Foram dois dias em que os nossos colegas de curso puderam conhecer a fundo algumas das ramificações da nossa área”, destacou o presidente da LARDIM, Mateus Ferreira Lopes. A variedade de atividades e temas promovidos pela LARDIM foi bem extensa, teve desde a importância dos exames para prevenção dos cânceres, como a mamografia para diagnosticar o câncer de mama, a importância do novembro azul para conscientizar sobre o câncer de próstata, até salas dedicadas para falar sobre os exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada e de Raio-X em humanos e animais. Transferência de conhecimento A coordenadora do curso de radiologia, professora Angela Maria Dias Morais, destaca que o formato escolhido para a Semana da Radiologia deste ano promoveu a integração de conhecimento dos períodos mais avançados para os novos. “Isso mostra a maturidade dos nossos docentes e essa integração entre períodos. O formato diferente dos seminários uniu as turmas, eles falaram de assuntos relevantes e importantes para a saúde, então é muito legal essa dinâmica de seminário liderada pela Liga Acadêmica de Radiologia”. Um convidado especial O médico radioterapeuta, Arnaldo Alexandre de Souza foi convidado para conversar com os acadêmicos sobre dois importantes temas: “A relação entre as técnicas de diagnóstico por imagens com a radioterapia” e “Protocolos, procedimentos e condutas”. “Discuti com os alunos sobre a diferença entre energias de radioterapia, funções radiobiológicas, efeitos colaterais de radioterapia, funcionamento técnico de condução da máquina e sobre o mercado de trabalho. Esse tipo de evento é importante para ampliar o conhecido sobre as áreas de atuação dos futuros profissionais em radiologia”, destaca o palestrante. Conscientizar para diagnosticar Carlane Valadares é acadêmica do 1° período, uma das muitas beneficiadas pela feira de conhecimento promovida pela LARDIM. Sua apresentação teve como tema o “Diagnóstico precoce do câncer de próstata”. “É preciso conscientizar a população. Muitos homens são, de certa forma, descuidados com a própria saúde, então quando o diagnóstico do câncer de próstata vem, o tumor já está em estágio avançado, o que torna difícil a cura, além de haver a necessidade de tratamentos mais específicos”, complementa Carlane. A estudante também ressaltou a importância do comportamento preventivo para mulheres, principalmente em relação à mamografia, exame capaz de detectar de forma precoce o câncer de mama. “Há muitas mulheres que não fazem os exames ou que deixam para última hora, quando o câncer já apresenta sintomas, então é de suma importância que a mulher já comece a fazer mamografia a partir dos 40 anos, prevenir complicações e aumentar as chances de cura do câncer de mama,” finalizou a acadêmica.

1° Soletrando Jurídico da FACIT promoveu uma competição saudável entre acadêmicos do curso de Direito

A proposta da atividade foi familiarizar os alunos com os termos técnicos da área de forma lúdica O curso de Direito da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO realizou seu 1° Soletrando Jurídico, uma competição de soletrar palavras que fazem parte do universo do Direito. Como forma de incentivo, a competição premiou os três primeiros colocados com livros relacionados ao curso. Olhando de longe, pareceu uma disputa comum de soletração, daquelas vistas durante o ginásio e ensino médio, mas, de perto, pôde-se perceber que soletrar era um complemento para entender mais sobre o significado de cada palavra, classificação gramatical e seu uso dentro do Direito. “Antes de ser uma atividade competitiva, o Soletrando Jurídico foi uma atividade divertida que media o conhecimento de cada participante”, explica Marina de Alcântara, professora do curso de Direito. Ao todo foram cinco etapas até decidir os três melhores colocados, nessas fases, um total de 25 palavras jurídicas foram ditas, letra por letra, pelos acadêmicos. Um júri de peso O júri da competição foi composto por Alexandre Gomes, primeiro autor araguainense publicado e presidente da ACALANTO – Academia de Letras de Araguaína e Norte do Tocantins; a professora Maria das Graças Alves, mestre em Linguística e Literatura e doutoranda em Letras; e a professora Karen Batista, analista do Tribunal de Justiça do Tocantins, especialista em Português e comunicação jurídica. O pódio A primeira colocada no desafio foi a Elieuda Coelho Gomes, acadêmica do 4° período. Ela gostou da iniciativa, tendo em vista que a linguagem é o material básico da área de Direito, sendo importante que o profissional saiba manejar bem a sua linguagem jurídica. “A competição possibilitou, além de um momento descontraído, uma oportunidade de aprendizagem. Para mim foi uma experiência ímpar, uma felicidade desmedida, tanto pela premiação, quanto pela experiência que, de certa forma, possibilitou a mim um autoconhecimento e reconhecimento daquilo que preciso melhorar, no que se refere à língua escrita”, destacou Elieuda. Na segunda colocação, a acadêmica do 6° período, Nayara Lino da Cruz, contou que embora fosse uma competição, todos vibravam com o acerto do adversário. “Me senti muito feliz pelo fato de conseguir chegar na final em meio a tantos outros alunos incríveis que também fizeram parte do evento. Vi muita energia positiva entre os competidores, torcíamos um para o outro o tempo todo. Fiquei ainda mais feliz com a premiação em livros que irão me ajudar muito no decorrer do curso”, comenta. Calouro, João Fernando Alves garantiu a terceira e honrosa colocação. “Foi muito divertido e aprendi bastante. Significa que estou forte na área de soletração e que sei muito sobre o Direito, também gostei da premiação, são ótimos livros escritos por excelentes autores. Fiquei feliz em ter ganhado o livro de poesias autografado pela professora Nina”, finalizou João.

I Expo FACIT levará carreiras, negócios e tecnologias para a comunidade

Cases de sucesso empresarial, tour pelas instalações da faculdade e Costelão Show fazem parte da programação Mais do que ingressar no Ensino Superior, é fundamental que o vestibulando saiba como está o mercado de trabalho para a carreira que pretende seguir. Essa mesma importância também vale para quem já está na faculdade.  Por isso, a Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO, de Araguaína, oferecerá à comunidade a I Expo FACIT, nos dias 19 de 20 de novembro, no Campus II “Luiz Pires” da instituição, localizado na Rodovia TO-222. O evento propõe dois dias para falar de Carreiras, Negócios e Tecnologias, aproximando o público acadêmico e pré-faculdade de cases de sucesso empresarial. A diretora geral da FACIT-TO, Angela Maria Silva, reforça o compromisso que a faculdade tem com a comunidade. “Nossa missão é devolver para a sociedade toda a confiança que é depositada em nós nesses mais de 15 anos de FACIT-TO em Araguaína. Nós formamos nossos alunos com metodologias ativas, ou seja, com práticas reais de mercado. E nada mais justo que trazer esse mercado para dentro da instituição”. Programação No dia 19 (sexta-feira), às 8h30, haverá a abertura oficial na presença de convidados, seguida da apresentação do case de sucesso do empresário Tomaz Araújo Vaz (Pães Aliança), às 9 horas, e do bate-papo com Talitta Costa (RH Humanity) sobre como se destacar em processos seletivos, às 10 horas. Ao mesmo tempo, os alunos de Ensino Médio convidados farão um tour pelas instalações dá faculdade para conhecer a estrutura de salas, laboratórios, clínicas, biblioteca e demais espaços. Eles também participarão de palestras vocacionais e aulas experimentais de equitação e doma animal no barracão do curso de Medicina Veterinária. As visitações seguem o mesmo itinerário no período da tarde, a partir das 13h30. No mesmo dia 19, à noite (19h30), haverá a apresentação dos cases de sucesso com os empresários João Batista Barbosa Portilho (Bicicletão) e Pedro Henrique Alcântara (Açaiteria), ambos no FACIT Lab. Dia 20 (sábado), pela manhã (9 horas), será a vez do case do sucesso do empresário Renato Borghetti (Agrominas), também no FACIT Lab.  Às 10 horas, no auditório, os presentes participarão de mesas redondas com o engenheiro agrônomo Paulo Reinoldo (Inovação e Tecnologias no campo), com a engenheira ambiental Fernanda Sousa (Regularização Ambiental e imóveis rurais) e com o advogado cível Hildeglan Carneiro de Brito (Contratos Rurais). Festa de encerramento Para coroar os dois dias de muito conhecimento, a I Expo FACIT será finalizada com um Costelão Show e a apresentação da dupla Rogério e Reginaldo, a partir das 12 horas, no Clube Recreativo Bola de Ouro. Os ingressos estão à venda para toda a comunidade pelo valor de R$ 80,00 por pessoa e podem ser comprados na FACIT I (Avenida José de Brito), Barbearia Kingsman e no próprio Clube Recreativo. Para mais informações do Costelão, os interessados podem obter no (63) 99219-2920.

FACIT-TO apresenta planos de investimentos em estrutura e novo curso para 2022 e 2023

Os projetos de investimentos da FACIT-TO foram apresentados durante fórum da Comissão Própria de Avaliação  2022 e 2023 prometem ser anos de expansão e de mais estrutura à disposição da comunidade de Araguaína e região. Durante o II Fórum da Comissão Própria de Avaliação (CPA) (5 de novembro), a Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO apresentou os planos de investimentos em um novo curso, Medicina, para 2023, e na entrega de um Hospital Veterinário, ainda em 2022, e que já está com as obras em andamento. O evento reuniu alunos, professores, colaboradores, membros da sociedade civil e convidados do poder público municipal para falar dos desafios enfrentados no último ano, como a pandemia e o impacto no processo de ensino. A diretora da FACIT-TO, Ângela Maria Silva, deu destaque para os próximos investimentos da instituição, que contempla também a construção de um laboratório realístico para atender os cursos de Enfermagem, já em atividade, e Medicina, em processo de implantação. “Nossos planos são de que a FACIT-TO, em conformidade com a sua visão, seja referência na região norte para educação, agente de transformação e desenvolvimento socioeconômico”, destacou a diretora. Fórum CPA 2021 Maria das Graças Rodrigues, coordenadora da CPA, lembra que o departamento é o termômetro da faculdade, “porque faz processos avaliativos de todos os departamentos e entrega à gestão para que possam ser tomadas as devidas providências com relação às potencialidades e pontos de melhorias”. Os desafios gerados pela pandemia no ensino como um todo, em especial o acadêmico, foi um dos centros das discussões. Conforme apresentado no fórum, a FACIT-TO também precisou se reinventar e adotou o ensino remoto para manter o seguimento das grades. Isso fortaleceu a instituição. “O maior desafio foi a adaptação, porque a aula tradicional no mundo digital é tranquila, mas dar uma aula em metodologias ativas e inovadoras com gamificação foi um desafio”, explica a diretora da FACIT. Palestras O II Fórum da CPA também contou palestras para os participantes. A coordenadora de inovação da FACIT, Rafaela Kalil, falou sobre “Inovação, tecnologia e empreendedorismo: Fábrica de negócios a partir da pandemia”.  O professor Eugênio Piva abordou o tema “O valor gerado pela FACIT em Araguaína” e a professora Dra. Sissi de Almeida palestrou sobre “A Importância da Revista Científica da FACIT-TO”. Contribuição de quem viveu a prática Professora e membro do Núcleo de Apoio Psicopedagógico da FACIT-TO, Eliana dos Santos deu um depoimento sobre os desafios de uma docência tão tecnológica. “Dar aulas remotas foi um grande aprendizado, porque me obrigou a buscar conhecimento para usar tecnologias da comunicação e informação para melhorar o meu empenho na sala de aula”, conta. O acadêmico egresso de Odontologia, Filipe de Carvalho, agora cirurgião dentista, contou sua história de sucesso e falou da importância da FACIT-TO em sua vida. “Quero deixar aqui o meu muito obrigado pela oportunidade de retornar. Eu amo estar aqui, encontrar com meus professores e antigos colegas e amei falar sobre a minha trajetória”, enfatiza Felipe. O que diz o poder público A enfermeira Renata Mendes Borges, representante da Secretaria Municipal de Saúde, destaca o impacto positivo que a FACIT-TO tem no município e como a instituição agregou para a melhoria da qualidade de vida da comunidade. “Ficamos bem felizes com os avanços que a faculdade tem feito na área da saúde agregando aos alunos um conhecimento amplo, porque saúde é prevenção, é promoção da pesquisa científica e esse cuidado com os carentes na área social”, comentou a enfermeira. Maria das Graças Aires, representante da Secretaria Municipal da Educação, ressaltou a geração de conhecimento ininterrupto na faculdade. “Os resultados apresentados pela FACIT-TO são de extrema importância quando falamos em instituição de educação superior. Toda gestão quando foca em resultados, em metas, tem um passo garantido para o sucesso e é isso que acontece na instituição. É uma faculdade que cresce porque tem gestão, tem foco e sabe exatamente aonde quer chegar”, finalizou Maria das Graças.

2° Simpósio de Especialidades Veterinárias orientou acadêmicos sobre áreas de atuação da profissão

Foram dois dias de palestras, minicursos e mesas redondas O 2° SimVet – Simpósio de Especialidades Veterinárias da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO movimentou a comunidade acadêmica do curso de Medicina Veterinária nos dias 30 de setembro e 1º de outubro. No total, 13 profissionais da área compartilharam seus conhecimentos com alunos e professores. O evento serviu como vitrine para exibir aos alunos o leque de atuações que a Medicina Veterinária proporciona. Também foi útil para os acadêmicos entenderem desde os primeiros períodos que a área está inserida não só nos cuidados aos animais, como também na saúde pública, entre outros segmentos. Superando os desafios Pedro Barreto, acadêmico integrante da equipe organizadora, lembrou que a pandemia da COVID-19 trouxe ao mundo uma sensação de incerteza, mas todos os desafios para a realização do simpósio foram superados. “Diante disso, realizar um evento nessas condições foi um desafio, pois além de oferecer ambientes técnicos de estudos é necessário que todas as medidas de segurança no combate da doença fossem executadas, proporcionando um local de aprendizado, desmistificação acerca da profissão e segurança”. Conhecendo as áreas de atuação A coordenadora do curso, Fernanda Luz, explicou que esse tipo de evento serve para que o aluno, desde o início do curso, já tenha contato com as opções de trabalho que estão à disposição dele no mercado de trabalho. “Espero que o SimVet tenha despertado nesses acadêmicos o desejo por conhecer cada área, trabalhar, pensar na pesquisa, para que eles possam sair daqui sabendo de fato aquilo que eles querem e vendo que existe situações em que eles podem atuar e que talvez eles nunca saberiam só passando pela graduação normal”, destaca a coordenadora. Palestras e Mini Cursos do primeiro dia A palestra de abertura do simpósio foi conduzida pela veterinária graduada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Adriana Genelhú Carreira, que falou sobre o tema “Bem-estar e manejo de filhotes de animais silvestres mantidos sob cuidados humanos”. Logo depois, o veterinário graduado pela Universidade de Brasília (UnB), Anderson Silva de Sousa, palestrou sobre “Inspeção Federal” de produtos de origem animal, uma especialização que garante a segurança e qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor. Encerrando a manhã do primeiro dia de simpósio, a veterinária graduada pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Cristiane Lopes Mazzinghy, ministrou um Minicurso sobre “Diagnóstico Parasitológico”. Iniciando a primeira tarde de conhecimentos compartilhados, a veterinária graduada pela UFT, Helane Dias Tavares, ministrou um minicurso sobre “Técnicas de Formolização de cadáveres na Medicina Veterinária”. Fechando a tarde, o veterinário graduado pela UFT, Magno Reis, deu um Minicurso sobre “Odontologia Equina”. A primeira palestra da noite foi guiada pelo veterinário graduado pela UFT, Marcos Antônio Aguiar Júnior, que falou sobre “Ética Profissional” na veterinária como um todo. “A intenção foi despertar, ainda na formação desses acadêmicos, a humanidade, o respeito aos animais e também a nossa profissão. Nós somos médicos veterinários e temos que abranger tanto a parte humana, quanto às outras espécies, que no caso vivem com a gente nesse ecossistema”, enfatiza Marcos. Encerrando a noite do primeiro dia de SIMVET, a veterinária graduada pela UFT, Nilda Francisco Távora, falou sobre a “Atuação do Médico Veterinário como Responsável Técnico”. “Mostrei as possibilidades de trabalhos que esperam esses futuros veterinários e tentei engajá-los a descobrir os caminhos que a veterinária pode proporcionar a eles”, destaca Nilda. “Cavalo dado não se olha os dentes” O antigo ditado popular não é uma verdade absoluta como se prega há tanto tempo, já que um dos eventos mais movimentados do simpósio foi justamente o minicurso sobre Odontologia Equina. “Me identifiquei bastante com esse curso, porque eu tenho uma vocação maior com animais de grande porte, então desperta mais a minha curiosidade e atenção. Sobre o evento como um todo, acredito que a gente conseguiu absorver muitas coisas que não sabíamos, cada palestra, em cada minicurso, adquirimos um pouco mais de conhecimento”, pontua a acadêmica do 4° período, Geovana Alves. A acadêmica do 5° período, Adriana Paulino, disse que gostou da instrução porque é um assunto que ela tem pouca prática.  “Trazer esse curso para o evento foi excelente e contribuiu muito para a minha formação profissional. O evento todo me proporcionou experiências novas, gostei muito”, disse a acadêmica.  Palestras, MiniCursos e Mesas Redondas do segundo dia O segundo e último dia de simpósio começou com uma mesa redonda sobre “Saúde pública no contexto amazônico” ministrada pelo Wagner dos Santos Mariano, graduado em biologia pela UCDB (Campo Grande – MS), mestre em Fisiologia e Doutor em Biotecnologia. A segunda mesa redonda foi ministrada pela Mestre em Sanidade Animal e Saúde Pública nos Trópicos pela UFT, Kétren Carvalho Gomes, e teve como tema “Ações de vigilância e controle de endemias/zoonoses de relevância em saúde pública. A manhã foi encerrada com um minicurso sobre “Técnicas Microbiológicas” ministrada pela veterinária graduada pela UFT, Daiene Isabel da Silva Lopes. O primeiro minicurso da tarde foi o de “Medicina Veterinária Integrativa” com o veterinário graduado pela Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva, Guilherme Hölzlsauer. “O principal objetivo do curso foi despertar a curiosidade e, principalmente, mostrar para o aluno que há possibilidades terapêuticas veterinárias além das convencionais, como a homeopatia, medicina veterinária tradicional chinesa, ozonioterapia, fisioterapia e terapia neural”, enfatiza Guilherme. Encerrando a tarde de minicursos, foi a vez do instrutor da Escola de Equitação Campo Brilhante da FACIT, Erik Rufino, falar sobre “Casqueamento em Equinos”. E para finalizar a noite e o 2° SIMVET, a veterinária graduada pela UFT, Hellen Núblia, palestrou sobre “Detecção de Salmonela em Frangos de Corte”. “Uma experiência e tanto que eu nunca tinha visto” Empolgada com o simpósio, a acadêmica do segundo período, Laiza Araújo, comentou que aprender botando a “mão na massa” é mais proveitoso para o aluno. “Foi a primeira vez que participei de palestras e minicursos assim e foi maravilhoso. É necessário termos uma convivência, ficar mais perto dos animais, a gente acaba aprendendo mais, quanto mais prática temos, mais a gente absorve conhecimento

3° Inter-Radio da FACIT movimentou acadêmicos do curso de Radiologia

Participantes arrecadaram cestas básicas que serão doadas para um ONG da cidade. A Liga Acadêmica de Radiologia e Diagnóstico por Imagens (LARDIM) realizou o 3° Inter-Radio da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO. Interrompido, anteriormente, por causa da pandemia do COVID-19, o evento tem a intenção de promover a integração entre veteranos e calouros do curso. “Essa é a terceira edição do evento, mas é a primeira organizada pela LARDIM. A liga foi fundada no final do semestre passado e nos esforçamos para começar com o pé direito”, comenta Mateus Ferreira, o presidente da Liga. Papel social Além da diversão, a competição teve seu papel social, já que os times foram desafiados a arrecadar cestas básicas para doar à ONG “Amor de Mãe”, que ajuda mães carentes e solteiras. No total, foram arrecadadas 29 cestas básicas. “Esse tipo de ação é importante para que eles possam desenvolver um olhar mais social, como foi com a arrecadação dessas cestas básicas. E principalmente para que eles se conheçam e possam se relacionar melhor”, destacou a coordenadora do curso de Radiologia, professora Ângela Morais. Universitário também gosta de gincana Os participantes foram divididos em três equipes: Verde, Branco e Preto. O prêmio da disputa foi a atribuição de ponto para qualquer matéria da grade escolhida pelo aluno do time vencedor. Teve corrida de pés colados, prova de comer melancia mais rápido e sem as mãos, votação para escolha do melhor mascote do evento e até desafio de dancinha do TikTok. A equipe vencedora da gincana foi a de cor Preta, seguida de perto pelo Time Branco e Verde. “Na primeira edição, minha turma perdeu, mas na segunda ganhamos. Queria muito que o time Branco vencesse para sermos bicampeões, mas o importante mesmo é participar do evento e interagir”, contou o acadêmico do 6° período, Lucas Fernandes. Interação e diversão Beatriz Souza Fragoso está no 5° período e gostou da gincana. “É uma forma de interagirmos mais com os outros períodos, saber quais são as suas expectativas sobre o curso e aqui a gente tem essa oportunidade de viver, literalmente, entre turmas”, conclui.

Bate-papo sobre ser mulher na Polícia Civil entusiasmou acadêmicas de Direito da FACIT

Investigadora do Pará contou como é trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino A Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT-TO com frequência proporciona uma série de oportunidades para que seus acadêmicos possam conhecer logo cedo as áreas de atuação disponíveis para seu curso. É por isso que a coordenação do curso de Direito convidou, na noite da última segunda-feira, 13, a investigadora da Polícia Civil do Pará, Flora Assunção, para bater um papo com os alunos do primeiro período. “No nosso curso de Direito há mais mulheres do que homens e muitas delas querem se tornar policiais. Então convidamos a Flora para compartilhar como é ser mulher dentro de um ambiente majoritariamente masculino e violento, como é a investigação e o combate ao crime”, pontuou o coordenador do curso, Maicon Rodrigo Tauchert.  O bate-papo A intenção foi transmitir para as acadêmicas como é a rotina na profissão, quais passos seguir para alcançar o cargo de policial civil, os desafios da mulher na delegacia, na investigação, no combate ao crime, além de passar uma mensagem de estímulo a todas as mulheres que querem ingressar na carreira. Flora agradeceu o convite feito pela FACIT-TO e disse ter ficado muito feliz por poder compartilhar um pouco da sua experiência na Polícia Civil. “Fico grata por ser referência para muitas mulheres que têm vontade de seguir a carreira policial. A gente sabe que, até pouco tempo atrás, quase não se via mulheres na polícia. Mas hoje isso tem mudado, já estamos vendo muitas mulheres ocupando cargos de investigadora, escrivã ou delegada”, destacou Flora. Turma aplicada e interessada A acadêmica Marcela Beatriz Barbosa achou o bate-papo muito construtivo. “Ter conhecido a investigadora Flora e conhecido sobre a sua trajetória mostrou que ela é uma mulher admirável, que batalhou para estar na posição que ocupa hoje. Isso me motiva cada vez mais a lutar pelo meu sonho, como ela mesma falou. Fácil não vai ser, mas se a gente focar nos nossos objetivos, vamos chegar lá”, destaca Marcela. O coordenador do curso ficou animado com a participação ativa dos acadêmicos que aproveitaram a oportunidade para fazer perguntas durante o bate papo. “Eles estão bem adiantados para alunos do primeiro período, bem entusiasmados e interessados. Muitos deles se identificaram muito com a Flora e eu fico muito feliz com isso”, concluiu.

Conselho Federal de Enfermagem alerta para os riscos da formação EaD de profissionais

“O cuidado não é virtual, é real, tangível, tem corpo e forma” O Ensino à Distância (EaD) permitiu que muitos brasileiros tivessem acesso ao Ensino Superior graças à flexibilidade de horários e baixo investimento. Em sua grande maioria, a modalidade contempla cursos de pós-graduação e graduação, principalmente na área de Humanas. Mas uma das grandes discussões atuais é sobre o uso do EaD para cursos superiores da área da Saúde, como a Enfermagem. A necessidade de aulas práticas frequentes, metodologias ativas de ensino, suporte de laboratório, entre outras estruturas, levantam dúvidas sobre a qualidade da formação do aluno à distância. No último dia 21 de agosto, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) emitiu uma nota alertando a sociedade para os riscos da Portaria 800/2021, publicada pelo Ministério da Educação, que amplia a oferta dos cursos de Enfermagem EaD. Conforme a publicação do Confen, “a Enfermagem é uma profissão de assistência direta ao paciente, presente na vida de recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Os conhecimentos teórico-práticos necessários à formação de Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem envolvem práticas sociais, éticas e legais que se processam pelo ensino e assistência. Não são passíveis de aquisição via teleaulas, porque o cuidado não é virtual, é real, tangível, tem corpo e forma. A integração entre ensino, serviços de saúde e comunidade é fundamental para a formação integral dos futuros profissionais.” Investimento sério Projeto estruturado e trabalhado durante anos, o curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências do Tocantins (FACIT-TO) tornou-se uma realidade em agosto deste ano e já com oferta de vagas para o segundo semestre de 2021. Segundo Angela Maria Silva, diretora geral da faculdade, o investimento foi grande no curso, já que a área da saúde sempre demanda profissionais bem preparados e atualizados. “A saúde é um segmento que pede uma formação completa, com vivências práticas e teóricas, estágios, contato direto com a realidade do mercado. E acreditamos que somente a modalidade presencial pode oferecer isso. Investimos e estruturamos o curso porque sabemos o quanto a Enfermagem exige dos profissionais e queremos oferecer excelência”. Mercado atual Segundo o Cofen, há atualmente no mercado brasileiro cerca de 2,5 milhões de profissionais da Enfermagem devidamente registrados. Contingente que, também de acordo com o conselho, é suficiente para atender as demandas do mercado, inclusive durante a pandemia. “A autorização para que instituições de ensino ofertem, cada uma, centenas ou milhares de vagas de Enfermagem aàistância não atende os interesses do SUS, não atende aos interesses do Brasil. Resta-nos refletir – que interesses estão sendo atendidos?”, questiona a nota. Profissional valorizado Dênia Rodrigues Chagas, atual coordenadora do curso de Enfermagem da FACIT-TO, reforça que, no ambiente hospitalar, a (o) enfermeira (o) tem um papel fundamental de cuidado diário com o paciente, seguindo as orientações médicas e não medindo esforços para proporcionar bem-estar às pessoas. “Por isso que a formação deste profissional precisa ser tão detalhada e cuidadosa. As experiências que um curso presencial proporciona são muito valiosas e decisivas para a qualidade de atuação na Enfermagem. Há vivências e aprendizados que só são possíveis de serem obtidos dentro de uma faculdade”, pontua Dênia. Luta antiga Desde 2015, “o Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem lidera uma mobilização nacional pelo ensino presencial e de qualidade, com realização de campanhas de esclarecimento e audiências públicas em todo o Brasil. Os Conselhos de Enfermagem também apoiam o Projeto de Lei nº. 2891/2015 que proíbe a formação de Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem por meio do ensino à distância”, finaliza a nota do conselho. Confira a nota do Cofen na íntegra: http://www.cofen.gov.br/conselhos-de-enfermagem-emitem-nota-sobre-o-ead_90033.html

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