Novas regras do MEC confirmam modelo adotado pela FACIT que é referência na educação superior

A Faculdade de Ciências do Tocantins (FACIT) segue atendendo as políticas do Ministério da Educação. Enquanto muitas instituições de ensino superior no país enfrentam o desafio de se adequar às novas diretrizes do MEC sobre a oferta de cursos na modalidade semipresencial, especialmente nas áreas da saúde, engenharias e veterinária, a FACIT se antecipa ao debate, oferecendo desde sua criação, cursos presenciais e cumprindo a carga horária prática e teórica exigida por lei. O governo federal anunciou essa semana uma série de mudanças importantes na educação superior. A decisão do MEC vem em um momento crucial, em que se debate nacionalmente a qualidade do ensino superior diante do aumento de cursos de graduações 100% on-line. As graduações de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia deverão ser ofertadas exclusivamente no formato presencial. As demais opções das áreas de saúde e de licenciaturas poderão ser presenciais ou semipresenciais. As regras também determinam que nenhum curso de graduação poderá ser 100% à distância. O formato EAD passa a exigir que, no mínimo, 20% da carga horária seja cumprida. Com a nova política, o Ministério busca frear o avanço de cursos que, apesar de acessíveis, muitas vezes não garantem a formação prática essencial em determinadas áreas. A regulamentação reforça a necessidade de interação presencial entre alunos e professores, bem como a realização de práticas que consolidem o aprendizado real, especialmente nas profissões que exigem responsabilidade técnica e atendimento direto à população. Para a FACIT, que desde sua fundação mantém todos os cursos no formato presencial e com infraestrutura compatível com as exigências do MEC, o novo decreto apenas confirma a seriedade da proposta pedagógica da instituição. Com laboratórios modernos, clínicas-escola e professores atuantes no mercado, a faculdade não precisará readequar seu modelo, ao contrário de muitas instituições que terão que revisar metodologias, estruturas físicas e projetos pedagógicos para se adequar à nova norma. A estrutura física da instituição inclui clínicas-escola, laboratórios de ponta, núcleo de práticas jurídicas e hospital veterinário, que asseguram o cumprimento da carga horária prática exigida, sem recorrer a adaptações ou mudanças de modalidade.
Com pesquisas abordando sobre Saúde, Educação e Tecnologia, nova edição da revista científica da Facit está disponível para consultas

São 15 artigos científicos de instituições de ensino superior do Brasil, ressaltando a interdisciplinaridade da revista on-line A Revista JNT Facit Business and Technology Journal da Faculdade de Ciências do Tocantins (Facit) está com sua nova edição publicada e com uma novidade: novo layout para facilitar o acesso às pesquisas. A 19ª Edição – Volume 1 conta com 15 artigos científicos inéditos de Instituições de Ensino Superior (IES) de todo o Brasil, entre públicas e particulares, abrangendo as mais variadas áreas do conhecimento. Dentre as IES que participam dessa edição, além da Faculdade Facit, estão a Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) e Universidade de Brasília UnB, dentre outras. A revista pode ser acessada aqui. Temas das pesquisas As pesquisas abordam artigos das mais variadas áreas do conhecimento, com destaque para Saúde, Educação e Tecnologia. São temáticas de interesse não somente da comunidade acadêmica e científica, mas da sociedade em geral. Dentre os títulos das pesquisas, estão os seguintes temas “Volatilidade no Mercado Financeiro em Tempos da Pandemia do (Novo) Coronavírus e da Covid-19”; “Redistribuição na Educação”; “Violência na Escola”; “Aspectos Epidemiológicos e as Adaptações do Aedes aegypti”; “Vozes de Líderes e Ex-Líderes de uma Comunidade Quilombola”; “Manual de Higienização Bucal e Próteses Odontológicas para a Comunidade Indígena Krahô”; dentre outros. As Mulheres nas Universidades A editora-chefe da revista, Profª Sissi Almeida, destaca o artigo da Profa. Regis Glauciane S. de Souza da Universidade Federal da Bahia (PPG-NEIM/UFBA), que contribuiu com um trabalho de muita relevância e de teor inédito, com o seguinte tema “Gênero e Mulheres nas universidade: há política de redistribuição na Educação?”. “Para os estudos científicos e questões sociais da Profª Regis é refletir acerca de redistribuição em termos de gênero nas Universidades”, explica a editora-chefe. De acordo com os estudos de Regis Glauciane, os resultados constatam que, de maneira geral, as mulheres continuam em desvantagem na educação, apesar de constituírem maioria entre o corpo discente e docente nas IFES. Portanto, as desigualdades de gênero não estão superadas no espaço universitário, identificando, também, que ainda há divisão hierárquica entre as áreas do conhecimento, bem como nos níveis de atuação docente. A pesquisadora constatou que as mulheres (docentes) não elevam suas carreiras estudantis e profissionais ao nível de maior titulação, por exemplo, Doutorado, na mesma proporção que os homens e, quando alcançam o mesmo grau de titulação, as docentes não acessam, de maneira equitativa, os espaços de poder e decisão (instâncias deliberativas, executivas) tal quais os homens, evidenciando que o espaço universitário ainda é sexuado e fixa obstáculos de gênero em seu território não somente no tocante às questões de “redistribuição”, mas também, da “representação”. “A comunidade científica precisa tomar ciência destas desigualdades que permeadas nos espaços institucionalizados, são por vezes, desigualdades estruturais, tornando um entrave nos projetos de promoção social. Portanto, para além de envolvimento e conhecimento sobre tais questões, precisa fomentar novos estudos e pesquisas, valendo-se dos aportes que a ciência enquanto ferramenta de transformação, por meio da educação, pode desenvolver” concluiu a pesquisadora Profª Regis Glauciane.